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quinta-feira, 10 de março de 2022

GASOLINA E DIESEL FICARÃO COM PREÇOS NAS ALTURAS...





Gasolina deve ir em média a R$ 7,00 e Diesel a R$ 6,46.


Acionistas da Petrobras estão eufóricos e os trabalhadores como sempre sofrerão as consequências.


Preparem-se porque devem vir enormes aumentos de preços em tudo.


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

NÃO VENDA O QUE NÃO É SÓ SEU PAULO GUEDES!


 

Na ânsia da queda quase certa, Paulo Guedes veio dos Estados Unidos com a conversa de vender a Petrobras e "distribuir" em beneficios aos pobres os valores da venda.


Paulo Guedes acha que somos trouxas!


A Petrobras é Patrimônio de todos os brasileiros. 


Então, Paulo Guedes, ela é sua, é minha, é dele, é dela.


Para de querer vender aquilo que não é só teu!

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

FAZ ARMINHA AGORA...QUEM SABE COMPRA!

 



💸O ano é 2021 e a gasolina chega a R$7,00 o litro em muitas cidades, mesmo o Brasil batendo recorde de extração de petróleo no pré-sal e com os custos de extração cada vez mais baixos.


Acompanhe a evolução dos preços dos principais derivados de petróleo nos últimos 20 anos e entenda o motivo de estarmos pagando tão caro por eles.


🔗https://observatoriopetrobras.com/


Quando tiraram a Dilma era R$ 2,80 o litro...

Só pra lembrar ok!






quarta-feira, 24 de março de 2021

E OS 14 MILHÕES DE DESEMPREGADOS MORO ?

 


A saga de Moro em prender o ex presidente Lula e persegui-lo impiedosamente gerou além de constrangimentos ilegais e abusos de autoridade, gerou uma quebradeira generalizada nas empresas brasileiras, principalmente na Odebrecht e Petrobras.

Sabe-se que essas empresas são o eixo que direciona vários setores da economia nacional que geravam milhões de empregos diretos e indiretos. Milhões dependiam dessas empresas em todos os setores produtivos.

Só me refiro à essas duas, imaginem outras de grande, médio e pequeno porte que se espalham pelo país. 

Os setores de serviços e de comércio praticamente quebraram desde quando a operação Lava Jato começou a atuar perseguindo desafetos. Muitas empresas que abasteciam essas grandes empresas localizavam-se em cidades que perderam receitas.

Disso aproveitaram-se vários golpistas que armaram tudo o que é de mais sórdido e derrubaram o governo Dilma.

Colocaram Temer, que ajudou a consolidar o golpe muito mais no Brasil com suas reformas elitistas que nada adiantaram no alavancar de nossa economia.Trabalhadores perderam direitos.

Portanto, Moro e sua turma, com ajuda de golpistas, foram responsáveis nos últimos 6 anos no que há de pior no Brasil, inclusive esse desgoverno que aí está.

E os milhões de desempregados Moro, como ficarão ?

Quem os indenizará?

Vidas e sonhos ,quem restituirá ?

O que o ódio é capaz de provocar.


Revir@voltaNews

quarta-feira, 3 de março de 2021

PETROBRAS E A IRRESPONSABILIDADE DE FHC

 


RECORDAÇÕES revir@volta:   

por André Araújo, no Jornal GGN

Por que a Petrobras se tornou vulnerável a esquemas de achacadores do mercado financeiro novaiorquino que se especializam em extorquir empresas cotadas na Bolsa de Nova York que tenham algum problema de compliance? São sempre os mesmos escritórios, um grupo fechado liderado pela Rosen Law Firm, todos são da mesma etnia, eles escolhem a caça e fundos abutres compram ações PARA PROCESSAR empresas que tiveram algum desvio ético.
O problema foi CRIADO NO GOVERNO FHC. Não podendo privatizar a Petrobras , desejo intenso desse grupo, abriram o capital na Bolsa de Nova York, privatização indireta, uma insanidade, na ânsia de parecer moderninho.
A PETROBRAS nada ganhou com isso. Abriu o capital, NÃO LEVANTOU DINHEIRO NOS EUA, apenas quis parecer uma empresa "americanizada", moderninha, de mercado. Seus presidentes ultraneoliberais Henri Reichstul e Francisco Gros, que nada entendiam de petróleo e nada tinham a ver com o setor, tipos com cara de "internacionais" sofisticados, Gros era diretor do banco de investimentos Morgan Granfell e Reichstul um parisiense, ligadíssimos ao mercado financeiro, praticamente estrangeiros no Brasil, figuras exóticas e mal explicadas.
Grandes PETROLEIRAS ESTATAIS como a STATOIL da Noruega, PEMEX do Mexico, ARAMCO da Arabia Saudita, QATAR Oil, do Qatar, , IRAQ NATIONAL PETROLEUm , do Iraque, NIOC , do Irã, RUSSNEFT, da Russia não fizeram essa loucura.
São empresas nacionais, instrumentos de uma estratégia nacional, ABRIR o capital muda toda a lógica da empresa, inves de servir ao Pais vai servir aos especuladores de Nova York e todo seu foco vira do avesso, inves de atender ao Pais que formou e capitalizou a empresa, a abertura do capital em Nova York vai torná-la objeto de especulação financeira, é preciso atender em primeiro lugar ao mercado e não ao País, às agências de rating, à Bloomberg, a empresa se apequena.
O Governo FHC cometeu essa desatino, jogou a PETROBRAS, a troco de nada, na rinha de galos da especulação deslavada, hoje dominada por "hedge" funds, fundos especulativos de todo tipo, abutres, um mundo de corsários e sujeitou a empresa aos caprichos das autoridades e dos juizes americanos que tem a cultura legal de mega indenizações, cem vezes maior que o prejuizo. É um meio jurídico amalucado e nada razoável, estranho aos nossos principios.
O Governo FHC foi absurdamente irresponsável, para atender à "clique" neoliberal da privatização descarada, das Landau, Franco, Gros, Reichstul, Malan, Bacha. Arida, jogou nossa maior e principal empresa no ringue mundial da especulação para nada. O que a Petrobras ganhou ao bater o martelo em Nova York, que vaidade infantil?
Não levantou dinheiro nos EUA, foi só um capricho "olha como somos modernos, estamos listados em Nova York" e lá vai um bando de idiotas basbaques tocar o sino porque a ação entrou no painel, que tolos, a conta jogam para os brasileiros.




sábado, 27 de fevereiro de 2021

FORA BOLSONARO... PELO CONJUNTO DA OBRA!


O Presidente Jair Bolsonaro não se emenda mesmo. Vive colaborando com aglomerações e ainda por cima se nega usar máscara,mesmo em Estados que decretaram a obrigatoriedade do utensílios, recomendado inclusive pela OMS.

Bolsonaro já fez e faz propaganda para o uso da Cloroquina como tratamento precoce para o Covid. E como já foi comprovado, não tem eficácia para o Covid.

Bolsonaro  está , parece, com pouca vontade de resolver logo a questão das Vacinas e da extensão do Auxílio Emergencial.

Obras, praticamente não são inauguradas e outras não andam e outras nem sairam do papel.

A economia está uma catástrofe, as privatizações estão na ordem do dia do governo e do Ministro Paulo Guedes.

O desemprego só faz crescer e a miséria já se expande como nunca.

O tal "Mito" era só Mito mesmo.

Por essas e por tantas outras coisas, que compõem o conjunto da obra ou das não obras, que desde quando era Deputado pouco fez, pedimos o #ForaBolsonaro o quanto antes.



terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

VÍDEO : GOVERNADOR REBATE BOLSONARO...



 Se não abrir direto aqui pelo celular acesse clicando no link versão para web bem abaixo da postagem ok






BRASIL ESTÁ UM CAOS...



É inadmissível essa situação. O Brasil tem 210 milhões de habitantes e o governo só conseguiu até agora 13 milhões de vacinas. Só 4,5 % do que se precisa para imunizacão da população. 

São 250 mil mortos por Covid em dados oficiais.mas acredita-se serem muito maiores devido a grande defasagem de dados.

Enquanto o caos se alastra na saúde publica,  o presidente Bolsonaro está,ao que parece,mais preocupado com sua ,não muito certa,reeleicão. Ainda mais com a crise geral no pais, que parece não ser algo que será resolvida facilmente mudando a Presidência da Petrobras, privatizando a Eletrobras ou liberando o Auxílio Emergencial 

O governo está perdido e a populacão desesperada e sem vacina.

Por que não renuncias Bolsonaro ?

A convulsão social está proxima!


VEJA TAMBÉM

O Brasil está à deriva...Clique Aqui



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

PETROBRAS...QUEM VAI TE SALVAR...?


Petrobras foi um belo sonho que se tornou realidade gracas à Getúlio Vargas que criou as bases da Empresa e consolidou-se nos governos Lula como uma das maiores empresas de Petróleo do mundo. 

Hoje,vemos a Petrobras sendo fatiada,diminuindo,sofrendo ataques ferozes de poderosos grupos privados e especuladores nacionais e principalmente internacionais.


A queda gigantesca de valor de mercado da Petrobras é fruto de um golpe contra a soberania nacional,contra o povo brasileiro.

Quem salvará a Petrobras? 

Com certeza,Bolsonaro não é, porque ele só está pensando em salvar-se,salvar seus filhos e os comparsas golpistas!


VEJA TAMBÉM...Clique Aqui






domingo, 21 de fevereiro de 2021

PETROBRAS SITIADA !? DESGOVERNO POR UM FIO...


 Realmente, o que fizeram com a ex poderosa empresa brasileira,orgulho nacional,líder mundial em tecnologia,patrimônio  do povo brasileiro ?

Fatiaram !?

Quebraram!?

E agora sitiaram!?

Todas as alternativas são viáveis,depende da lógica a ser aplicada.

O caos se estabeleceu!

Desgoverno Bolsonaro está desesperado buscando sobreviver, rentistas desesperados com a queda das acões da empresa e dos seus lucros com a saída do presidente que lhes agradava.

Convulsão social por um fio.


Triste realidade.!

Triste Brasil atual!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

CARVÃO OU LENHA...? GÁS DE COZINHA NÃO TE PERTENCE MAIS!



Chegamos ao fundo do poço nesse país com esse quadrilhão do Temer. Como pode o botijão de gás subir tanto em tão pouco tempo?

Em alguns lugares o aumento chega a 50% e parece que não há ainda um limite de preços.

Milhões que já não estão empregados ou estão na miséria novamente e muito menos comida na mesa não terão condições de adquirir o produto e as opções mais imediatas seriam carvão ou lenha..

Tá bom pra ti apoiador do golpe?

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

DILMA É INOCENTE...ISSO QUE IMPORTA!


Um golpe arruinou a grandeza do Brasil...Arruinou a nossa democracia...Colocou no poder um vendedor de nossa soberania !

Mas a história foi implacável ao fazer a justiça à Dilma...Uma mulher honrada...Uma mulher que mostrou e mostra que é possível um político ser honesto e manter-se firme, mesmo quando tentam sujar sua trajetória.!

DILMAGNÍFICA










domingo, 30 de julho de 2017

LULA VOLTARÁ PARA FAZER MUITO MAIS PELO BRASIL...



Para sempre Lula será lembrado como o maior presidente da história do Brasil . Ninguém em sua época fez tanto pelo Brasil e se reassumir em janeiro de 2019 poderá fazer muito mais.

Foram milhares de obras executadas e tantas outras em execução que Dilma deu continuidade. Passaríamos horas falando de cada uma. Mas queremos destacar uma, um pouco mais recente que talvez muita gente tenha se esquecido do seu mentor.

A notícia de que a Petrobras está produzindo muito mais no Pré-Sal 




Em junho, pela primeira vez na história, a produção brasileira de petróleo do pré-sal superou a do pós-sal.

De acordo com dados inéditos da ANP (Agência Nacional de Petróleo), que serão divulgados amanhã 31 de julho/17, foram 1.352 milhão de barris contra 1.321 milhão . Faz apenas nove anos que a Petrobras extraiu pela primeira vez petróleo do pré-sal, no Campo de Jubarte, na Bacia de Campos...

As informações acima são de Lauro Jardim em O Globo 
 Revir@voltaNews
Mesmo que Temer tente querer surfar nessa notícia...Deixamos a seguinte pergunta?
QUEM ERA O PRESIDENTE DO BRASIL HÁ 9 ANOS QUE DEU INÍCIO A TUDO ISSO ? 

LULA, É CLARO!

                                                     
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quinta-feira, 27 de julho de 2017

LULA SEMPRE ACREDITOU NO BRASIL...



"O governo Lula reorganizou a política produtiva de petróleo e gás, bem como os instrumentos de incentivo à indústria nacional, visando adequar as necessidades da Petrobrás ao desenvolvimento da indústria nacional", dizem os sindicalistas  da Federação Única dos Petroleiros (FUP)  e Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT); em nota divulgada nesta quarta-feira (26), as duas entidades defendem as políticas do governo Lula para o pré-sal.


Quando se acredita, o Brasil dá certo

Entre 2003 e 2014, a Petrobrás liderou praticamente uma revolução industrial no Brasil. O país deu um salto tecnológico e produtivo imenso, a partir da descoberta do pré-sal, em 2007, o que permitiu o reposicionamento de várias cadeias produtivas nacionais. As descobertas do pré-sal dobraram o volume de reservas recuperáveis da Petrobrás, que passou de 15,7 bilhões de barris de óleo equivalente para 31,5 bilhões. Em 2012, uma consultoria estimou que, confirmando-se a existência de 100 bilhões de barris de reservas na área do pré-sal, seriam necessários investimentos da ordem de US$ 1,2 trilhão. Somente no período 2012 a 2016, esperava-se que os investimentos, apenas para o desenvolvimento e exploração do pré-sal, alcançassem algo próximo a US$ 100 bilhões.

Ou seja, na prática, isso se traduziria no desenvolvimento e aquisição de uma série de equipamentos, máquinas e produtos para a exploração do pré-sal. Segundo uma matéria do Estado de São Paulo, que tomou como base um estudo da consultoria Booz naquele período, a Petrobrás necessitaria nos anos seguintes de “330 geradores à turbina, 610 mil válvulas, 10 mil quilômetros de cabos elétricos submarinos (umbilicais), 17 mil quilômetros de tubos flexíveis (risers), 4,8 milhões de toneladas de aço, milhares de peças de complexos equipamentos submarinos, 68 milhões de homens-hora de engenharia e um bilhão de horas de trabalho para a construção e montagem”. Ou seja, a grandeza do pré-sal, exposta pelos números acima, demandaria da Petrobrás uma articulação gigantesca entre fornecedores de bens e serviços para atender a todas essas necessidades. Além disso, abriria uma oportunidade única na história da economia brasileira para que a indústria nacional se desenvolvesse e se tornasse competitiva em termos globais.

No caso da indústria naval, essa oportunidade era ainda mais ampla. Primeiro, porque as encomendas da Petrobrás, e possivelmente de outras operadoras, envolviam uma série de equipamentos – embarcações de apoio, movimentação de carga, plataformas e navios-sonda – de altíssimo valor agregado, cujo mercado tinha pouca oferta internacional e era bastante concentrado (Japão, China e Coreia dominam cerca de 70% desse mercado). Para se ter uma ideia, em 2011, a Petrobrás aguardava meses para receber uma sonda alugada no valor US$ 500 mil ao dia. Segundo, porque a forte demanda do comércio exterior marítimo ao longo dos anos 2000 gerou uma forte expansão da oferta de embarcações a nível global. Como comparação, cabe lembrar que, entre 2003 e 2011, o crescimento do número de embarcações produzidas no Brasil (414,3%) foi um pouco superior ao de Japão, Coreia e China juntos (329,1%). Em outras palavras, o ritmo de produção no Brasil estava adequado em relação ao mundo, principalmente quando se considera a expansão da demanda gerada pela Petrobrás. Portanto, o cenário externo favorável e a descoberta do pré-sal abriram uma oportunidade única de desenvolvimento na indústria naval.


 Nesse sentido, o governo Lula reorganizou a política produtiva de petróleo e gás, bem como os instrumentos de incentivo à indústria nacional, visando adequar as necessidades da Petrobrás ao desenvolvimento da indústria nacional. Em primeiro lugar, a resolução nº 8, de julho de 2003, estabeleceu que a fixação de percentual mínimo de conteúdo nacional para o fornecimento de bens e serviços utilizados na exploração e produção de petróleo e gás natural, deveria ser ajustada permanentemente à evolução da capacidade de produção da indústria nacional e aos seus limites tecnológicos. Isto é, a expansão da demanda da Petrobrás deveria ser articulada à capacidade de ofertar da nossa indústria.

Em segundo lugar, o governo gerou uma série de incentivos à indústria naval, visando reduzir custos, melhorar eficiência e acelerar a qualificação do setor, como: garantia de preferência às empresas de bandeira brasileira nas contratações de fretes e serviços de apoio em operações marítimas e portuárias; vantagens tributárias (isenção do recolhimento de taxa de manutenção do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo, por exemplo); estabelecimento de conteúdo local na exploração e produção de petróleo; estabelecimento de taxas de juros e participações diferencias nos financiamentos com recursos no Fundo da Marinha Mercante (FMM) – uma linha de crédito específica para a indústria naval; criação do Fundo de Garantia à Construção Naval (FGCN) a fim de minimizar o risco de crédito com as operações de financiamento das construções de embarcações; e a criação do Prominp que elaborou uma política especifica de qualificação para o segmento. Portanto, o que fez foi estruturar uma política para o setor naval convergente com as demandas da Petrobrás e do mundo que permitisse gradualmente a esse setor sua inserção competitiva em termos globais. E, cabe reforçar, que esse processo foi feito em forte articulação tanto com a Petrobrás, como com os empresários no setor. Não por acaso, a própria consultoria Booz afirmou no seu estudo que as maiores demandas dos fornecedores nacionais eram melhores condições fiscais, juros mais baixos, necessidade de novas linhas de crédito e falta de qualificação de pessoal.

Na realidade, todas essas medidas não foram uma “invenção mágica” do governo Lula, mas um roteiro bem coordenado já realizado por outros países. A Coreia, por exemplo – um país que não produz petróleo – incentivou amplos “investimentos em educação pública e do apoio financeiro do governo para seus três grandes conglomerados - Hyundai, Samsung e Daewoo - , que hoje são líderes globais do setor.

E, como resultado dessa política, já se observava a criação de grandes estaleiros nacionais com capacidade de competir globalmente – como o Brafels – que, inclusive, já produz embarcações para outras empresas, além da Petrobrás. Além disso, o número de empregados já tinha crescido absurdamente saindo de algo de 11 mil trabalhadores, em 2002, para mais de 71 mil, em 2014. Os investimentos do setor realizado somente pelo FMM superaram a marca dos US$ 7 bilhões, entre 2005 e 2012. A produção de embarcações no Brasil saiu de apenas 21 embarcações, em 2003, para 124, em 2014. E, por fim, a Petrobrás vinha conseguindo elevar gradualmente a participação da indústria nacional à sua atividade sem impedir o crescimento da sua produção e dos seus resultados financeiros.

Portanto, as recentes matérias, como o da New York Times da semana passada, que jogam o ônus da atual crise sobre os ombros do governo Lula pecam por duas razões: omitem o êxito das políticas executadas por seu governo e “se esquecem” do impacto da atual destruição da Petrobrás e da indústria nacional sob o governo Temer. Destruição que já significou a eliminação de mais de 40 mil empregos do setor naval, o fechamento de sete estaleiros e o desaparecimento de mais de US$ 5 bilhões de investimento. Mas, para eles isso ainda não é suficiente, porque o objetivo é destruir o sonho da indústria brasileira de competir de igual para igual com o exterior. Ainda mais, quando esse sonho estava virando realidade nas mãos de um trabalhador brasileiro.

Federação Única dos Petroleiros (FUP)  e Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT)