A saga de Moro em prender o ex presidente Lula e persegui-lo impiedosamente gerou além de constrangimentos ilegais e abusos de autoridade, gerou uma quebradeira generalizada nas empresas brasileiras, principalmente na Odebrecht e Petrobras.
Sabe-se que essas empresas são o eixo que direciona vários setores da economia nacional que geravam milhões de empregos diretos e indiretos. Milhões dependiam dessas empresas em todos os setores produtivos.
Só me refiro à essas duas, imaginem outras de grande, médio e pequeno porte que se espalham pelo país.
Os setores de serviços e de comércio praticamente quebraram desde quando a operação Lava Jato começou a atuar perseguindo desafetos. Muitas empresas que abasteciam essas grandes empresas localizavam-se em cidades que perderam receitas.
Disso aproveitaram-se vários golpistas que armaram tudo o que é de mais sórdido e derrubaram o governo Dilma.
Colocaram Temer, que ajudou a consolidar o golpe muito mais no Brasil com suas reformas elitistas que nada adiantaram no alavancar de nossa economia.Trabalhadores perderam direitos.
Portanto, Moro e sua turma, com ajuda de golpistas, foram responsáveis nos últimos 6 anos no que há de pior no Brasil, inclusive esse desgoverno que aí está.
E os milhões de desempregados Moro, como ficarão ?
Discordo da Presidenta do PT Gleisi, com todo respeito que ela merece...
247 - A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi
Hoffmann, afirmou em suas redes sociais nesta sexta-feira (3) que a
operação de busca da PF na casa do senador José Serra “não se corrige
com operações tardias contra tucanos que sempre foram seus parceiros”.
Não importa se já se passaram 10 anos do caso envolvendo José Serra. Tanto ele como o PSDB e muitos dos seus quadros nacionais e regionais durante anos foram "blindados" pela justiça e sempre conseguiam se livrar de investigações e de buscas e apreensões...
Agora, também já se sabe que Sérgio Moro "protegeu", é o que parece, os quadros do PSDB quando esteve à frente da Lava Jato. Só "perseguia" ou agia contra o PT.
Mesmo, tarde, mas é melhor DO QUE NUNCA!
O PSDB não pode ser um Partido blindado e muito menos José Serra ou outro do seu Partido!
SE SERRA FOR CULPADO, QUE PAGUE!
E que sirva de lição e correção para todos e de todos os Partidos!
Houve interferência estadunidense na operação Lava Jato e evidenciam "uma
responsabilidade direta dos EUA pelo fato de Lula ter sido condenado
injustamente, ilegalmente e ter sido colocado por 580 dias na prisão".(Zanin)
"Lula foi vítima de uma perseguição"
Veja trechos Entrevista
Cooperação que abalou a soberania brasileira
A Agência Pública e o The Intercept Brasil publicaram nesta
quarta-feira (1) novos diálogos vazados que mostram a intimidade entre a
Polícia Federal e o FBI durante as investigações da operação conduzida
formalmente por Deltan Dallagnol, então coordenador da operação. A
reportagem também divulgou nesta quinta (2) os nomes de 13 agentes do
FBI que atuaram na operação que abalou a soberania nacional. Confira os
nomes aqui.
Zanin explicou como se deram as relações escusas envolvendo Polícia
Federal e os agentes da justiça estadunidense. Segundo ele, a atuação
sigilosa ocorreu através do “Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) [Lei
de Práticas de Corrupção no Exterior], uma lei anti-suborno criada em
1977, nos EUA”.
“Em princípio era uma lei destinada a punir empresas americanas que
praticassem suborno no exterior. No entanto, esta lei se tornou uma
poderosa arma para os EUA ampliarem sua jurisdição para outros países”,
elucidou Zanin.
“Hoje, o FCPA é usado, por exemplo, para punir empresas brasileiras,
mesmo aquelas que não tenham relação direta com os EUA. Basta um email
com um servidor norte-americano, ou uma reunião em solo norte-americano
para se criar essa conexão, para se expandir a jurisdição americana para
o território estrangeiro”, acrescentou.
O advogado explicou que “tal tática foi largamente utilizada pela
Lava Jato” e que a “operação indicava empresas aos EUA que poderiam ser
alcançadas pelo FCPA”. “Houve uma cooperação intensa com as autoridades
americanas. Essa cooperação foi informal, à margem da lei, fora dos
canais oficiais”, alertou.
Ao longo da operação Lava Jato, grandes empresas brasileiras, como
Odebrecht e JBS, foram alvos e tiveram perdas de R$ 6,2 bilhões e R$ 3,5
bilhões de reais, respectivamente.
“Hoje nós sabemos que, seja pelas provas que nós apresentamos, seja
pelas revelações da Vaza Jato, nunca existiu teoria da conspiração”,
concluiu Zanin, referindo-se ao argumento utilizado várias vezes pelo
ex-juiz da operação, Sergio Moro, quando questionado sobre a
interferência dos EUA nos rumos da operação.
Revir@voltaNews : Todos
sabemos agora que isso resultou, além da quebradeira de grandes
empresas nacionais em uma absurda retirada da candidatura do
Ex-Presidente Lula do pleito de 2018 que pelas pesquisas venceria com
larga vantagem no 1 turno.
Natalia Viana, Rafael Neves, Agência Pública/The Intercept Brasil
- Nos seus pouco mais de 20 anos no FBI, a agente especial Leslie R.
Backschies esteve diversas vezes no Brasil. Backschies, cujo nome do
meio é Rodrigues, com a grafia portuguesa, é fluente na língua nacional e
vem ao país desde pelo menos 2012, ano em que há um primeiro registro
de uma visita sua à Polícia Militar de São Paulo. O objetivo daquela visita
era firmar parcerias para capacitação de policiais para responder a
ameaças terroristas antes da Copa de 2014.
Ao longo de sua carreira, Leslie trabalhou na divisão de Segurança
Nacional do FBI, atuando nas áreas de contraterrorismo e resposta a
armas de destruição em massa – ela foi co-autora de um guia sobre armas
biológicas para o site Jane’s Defense.
Trabalhando para a Divisão de Operações internacionais do FBI, em
2012 Leslie mudou-se para a América do Sul, passando a viver em local
não revelado, de onde supervisionava os escritórios do FBI nas capitais
do México, Colômbia, Venezuela, El Salvador e Chile, além dos agentes do
FBI lotados na embaixada em Brasília. No mesmo posto, comandou
operações da polícia federal americana em Barbados, República
Dominicana, Argentina, Panamá e no Canadá.
Mas nos últimos anos, a carreira de Leslie deu uma guinada. De
especialista em armamentos e terrorismo, ela passou a se dedicar a
investigar casos de corrupção e lavagem de dinheiro na América Latina –
com destaque para o Brasil.
Em 2014, Leslie foi designada pelo FBI para ajudar nas investigações
da Lava Jato. A informação consta de reportagem do site Conjur sobre
evento promovido pelo escritório de advocacia CKR Law em São Paulo, em
fevereiro de 2018, que contou com presença dela. A atuação de Leslie foi
considerada “um trabalho tremendo” e “crítico para o FBI” pelos seus
supervisores, segundo seu ex-chefe afirmou em um evento sobre o combate à
corrupção em Nova York no ano passado acompanhado por uma colaboradora
da Pública.
Leslie se tornou especialista na legislação FCPA, Foreign Corrupt
Practices Act, uma lei americana que permite que o Departamento de
Justiça (DOJ) investigue e puna nos Estados Unidos atos de corrupção
praticados por empresas estrangeiras mesmo que não tenham acontecido em
solo americano. Foi com base nessa lei que o governo americano
investigou e puniu com multas bilionárias empresas brasileiras alvos da
Lava Jato, dentre elas a Petrobras e a Odebrecht, que se comprometeram a
desembolsar mais de US$ 4 bilhões em multas para os EUA, Brasil e
Suíça.
Hoje morando de novo nos Estados Unidos, Leslie comanda a Unidade de
Corrupção Internacional do FBI, cuja grande novidade no ano passado foi
um escritório aberto em março em Miami apenas para investigar casos de
corrupção na América do Sul, o Miami International Corruption Squad.
A unidade conta com seis agentes especiais, um supervisor e um
contador forense que atuam na cidade conhecida por receber exilados
cubanos, venezuelanos e, mais recentemente, uma enxurrada de ricos
brasileiros. “Você não pode apenas ter um agente ou dois em um
escritório em campo trabalhando com isso…. Não dá para trabalhar com
isso apenas duas ou três horas por semana. Assim não vai funcionar. Você
precisa de recursos dedicados em período integral”, afirmou Leslie à à
Agência de Notícias Associated Press.
O esquadrão para América do Sul é o quarto esquadrão do FBI
especializado em corrupção internacional. Todos foram abertos nos
últimos cinco anos – ao mesmo tempo que a maior investigação de
corrupção da história brasileira varria o continente.
A reportagem pediu uma entrevista a Leslie Backschies, mas não obteve resposta até a publicação.
Cinco anos depois, Leslie parece bastante satisfeita com os
resultados. “Nós vimos muita atividade na América do Sul — Odebrecht,
Petrobras. A América do Sul é um lugar onde… Nós vimos corrupção. Temos
tido muito trabalho ali”, disse ela à Agência de Notícias Associated
Press no começo de 2019.
“Não dá pra ser melhor do que isso”, ela afirmou no evento da CKR Law
em São Paulo. “Nossa relação com o Brasil é o modelo de colaboração
para países lutando contra crimes financeiros”.
“Isso é apenas o começo. Temos o enquadramento correto, a vontade e os fundos para continuar trabalhando juntos”.
Em outubro de 2015, Leslie fez parte da comitiva de 18 agentes
americanos que foram a Curitiba se reunir com procuradores e advogados
de delatores sem passar pelo Ministério da Justiça, órgão que deveria,
segundo a lei, intermediar todas as matérias de assistência jurídica com
os EUA, segundo revelaram Agência Pública e The Intercept Brasil.
A proximidade com a equipe da Lava Jato era tanta que Leslie foi um
dos agentes do FBI que posaram com um cartaz apoiando o projeto de lei
das 10 Medidas Contra a Corrupção, bandeira da Força-Tarefa e em
especial do seu chefe, Deltan Dallagnol, que foi derrotada no Congresso
Nacional.
Em um chat com Deltan em 18 de maio de 2016 constante do arquivo
entregue ao site The Intercept Brasil, a procuradora Thaméa Danelon,
ex-coordenadora da Força-Tarefa em São Paulo, brincou antes uma viagem
para os EUA: “Vou tentar tirar uma foto c a Jennifer Lopes e o cartaz
das 10 Medidas”, brinca ela. “Os agentes do FBI já apoiaram. Mas não
pode publicar a foto ok? Eles não deixaram”, explica Thaméa, enviando a
foto a seguir.
A imagem foi posteriormente apagada e não consta do arquivo entregue
ao Intercept. Se divulgada, ela poderia causar uma saia justa ao MPF por
se tratar de autoridades estrangeiras atuando em uma campanha
legislativa nacional.
Thaméa diz que na foto todos são agentes, com exceção de uma
tradutora brasileira. Mostrando familiaridade com a agente americana,
Deltan Dallagnol se entusiasma e diz que a imagem lembra o filme Missão
Impossível, estrelado por Tom Cruise. “Legal a foto! A Leslie está em
todas rs”.
O cheque nominal de R$ 1.000.000,00 já foi esclarecido pelo delator que se trata de propina paga a Temer. Portanto, nem o mais especializado perito ou advogado, ou jornalista mal intencionado, ou parceiro político de Michel Temer pode desmentir tamanha prova cabal.
Resta a Temer, tentar protelar ao máximo o seu julgamento final que com certeza pode lhe sentenciar com a perda de um mandato que foi usurpado no maior golpe político articulado na História do Brasil.
Se Temer cair, NÃO SE FARÁ OUTRA COISA QUE NÃO SEJA JUSTIÇA PORQUE TENTARAM COLOCAR A CULPA EM DILMA E NO PT...VEJAM ABAIXO:
Jornal GGN - A defesa de Dilma Rousseff apresentou documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que afirmam que Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, prestou falso testemunho para a Justiça Eleitoral.
Azevedo declarou, em depoimento ao TSE, que pagou R$ 1 milhão para a campanha de Dilma em 2014 como forma de propina. Os advogados de Dilma anexaram cópia de um cheque do mesmo valor que depositado na conta de campanha de Michel Temer, em data que coincide com a citada pelo delator.
O empreiteiro disse que valor havia sido sido transferido pela construtora ao PT em março e fazia parte de um acordo que dizia que a empresa deveria pagar 1% propina em cada contrato com o governo federal.
“Nunca houve a transferência do dinheiro do Diretório Nacional do PT para campanha de Dilma”, afirmam os advogados, que querem que o depoimento de Azevedo seja considerado inválido.
Não vamos nos alongar muito até
mesmo porque faz-se necessário que todos tenham a oportunidade de se manifestarem, mas cabe a
nós iniciarmos ou darmos uma sequência a esse tema do Financiamento de Empresas
em Campanhas eleitorais. A famosa lista da Empreiteira Odebrecht é a prova
material que faltava para pôr definitivamente na derrota qualquer defesa em
manter o financiamento privado de empresas em campanhas, uma vez que mostrou
toda a capacidade que uma grande empresa tem em poder cooptar pessoas ou
políticos capazes de atender aos seus interesses. E olha que a Odebrecht atuou
fazendo doações em campanhas de 24 partidos, praticamente 80% ou mais da
representatividade política no Brasil.
Como alguém falou por aí que
Empresas não contribuem de graça, mas por interesses, isso é um investimento
que ela faz e lá na frente ele vai ter um preço maior. Já imaginaram o que são
200 políticos envolvidos, a Odebrecht não poupou seus cofres e buscou garantir
sua participação na fatia da política nacional formando uma bela bancada,
bancada por ela. Com isso, a empreiteira acabou financiando a eleição de muitos que hoje pregam um golpe no país contra a democracia, e isso sem dúvida, é a maior das consequências negativas dessa ação nesse momento...
Portanto, a lista foi sem dúvida
a maior das bombas dos últimos tempos conturbados politicamente no país...Mas
ressalto, que para o azar da gang golpista e midiática de plantão,o nome de
Lula e Dilma não aparecem...