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terça-feira, 29 de junho de 2021
PACHECO, PARE DE QUERER BLINDAR ESSE DESGOVERNO!
domingo, 18 de abril de 2021
NÃO VAMOS PERMITIR NEGOCIATA DE BOLSONARO
Kátia Abreu está corretissima. Bolsonaro quer trocar Ministro do TCU para manobrar investigações à seu favor.
Senadores como Renan Calheiros já estão de olho nessas manobras de Bolsonaro e já advertiram que não permitirão.
A CPI vai apurar, e deve apurar a omissão do governo federal no combate da Pandemia que já gerou mais de 371 mil mortes até agora.
O Brasil espera também celeridade desta CPI e se puna os culpados por esse desastre social e de saúde no Brasil.
Revir@voltaNews
domingo, 11 de abril de 2021
ARTIGO : JUSTIÇA PARA LULA
JUSTIÇA PARA LULA
Uma nova manobra jurídica é movida no STF contra o ex-presidente na tentativa de invalidar decisão que anulou as condenações de Moro
A ofensiva conta mais uma vez com a máquina conservadora de setores empresarias, que pressionam diretamente Fachin a rever decisão
A trama tem por objetivo impedir Lula – mais uma vez o favorito nas pesquisas eleitorais – a disputar as eleições presidenciais de 2022
Focus Brasil | Fundação Perseu Abramo
A tentativa de uso da máquina judiciária brasileira para promover nova perseguição política ao ex-presidente Lula continua. De maneira suspeita, as engrenagens do ódio instaladas na mídia, no Ministério Público e em setores da direita brasileira continuam a se movimentar para cometer mais abusos contra o maior líder político do Brasil. Justamente quando Lula volta a despontar como o favorito nas eleições presidenciais e tem sua volta à arena política saudada por líderes do mundo.
Nesta quarta-feira, 14, o Supremo Tribunal Federal retoma o julgamento de um habeas corpus movido pela defesa do ex-presidente. O ministro-relator Luiz Edson Fachin quer reavivar o caso. Ele submeteu ao plenário decisão que ele próprio tomou. Em sentença monocrática, Fachin reconheceu que Moro não tinha competência para julgar o ex-presidente. E que a Vara Federal de Curitiba não era o foro adequado para examinar as alegações contra Lula. Muito menos para condená-lo. A decisão que anulou a condenação de Lula por Moro foi tomada em 8 de março.
Agora, o ministro pede para que a sentença vá ao exame do colegiado do STF. A medida causa preocupação ao país e à comunidade internacional. Juristas como Eugênio Aragão, Lênio Streck e Marco Aurélio Carvalho consideram-na inadequada. Os advogados apontam que não cabe promover a revisão da decisão – um ato jurídico perfeito – ao plenário. E argumentam que o procedimento viola a Constituição.
Na sexta-feira, 9, Fachin surgiu em 'Veja', declarando: “Não seria inusual o plenário derrubar o entendimento da turma”. O ministro disse que os 11 ministros vão decidir se o fato dele ter declarado a incompetência de Moro para julgar Lula em Curitiba invalida toda e qualquer deliberação tomada depois pela Segunda Turma. “Nada disso é incomum”, afirma.
Aragão, Streck e Carvalho discordam. “É inusitado”, diz o ex-ministro da Justiça. Os colegas reforçam: “Ninguém na face da Terra pensaria que um ministro do STF, do alto de sua responsabilidade política, poderia anular um conjunto de processos e depois, por uma questão estratégica, votar contra si mesmo”. Os advogados se mostram perplexos com a hipótese: “Seria um ‘case’ a ser estudado no mundo todo”.
O movimento no STF pode alterar mais uma vez o jogo político e retirar do povo o direito legítimo de votar e escolher o futuro presidente do Brasil. Tenta-se retirar mais uma vez, antecipadamente, Lula da disputa eleitoral. Como ocorreu em 2018, sob os aplausos escancarados de setores empresariais e da mídia corporativa, além dos conservadores e das forças anti-populares.
Tudo isso acontece agora, depois de Lula vencer o lawfare de Sérgio Moro, que o condenou de maneira ilegal e abusiva – o magistrado que largou a toga para fazer política no governo Bolsonaro, mas antes condenou e prendeu Lula com toda sorte de ilegalidades.
A esperança é que há juízes em Brasília. Eles não deixarão a injustiça prevalecer. •
Publicado na revista 'Focus Brasil', editada pela Fundação Perseu Abramo, edição de 11 de Abril.
http://dilma.com.br/justica-para-lula/
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
DISTRITÃO: SÓ FAVORECE A MESMA CASTA POLÍTICA...ENTENDA AQUI!...
Reforma iguala imunidade entre presidentes da República e do Legislativo
O deputado Marcos Pestana (PSDB-MG) avaliou ainda que o "distritão" é a melhor alternativa para a transição até 2022, tendo em vista a impossibilidade apresentada pelo Supremo Tribunal Federal de dividir o país em distritos menores para a eleição de 2018. "Nós chegamos tão ao fundo do poço que o distritão é superior ao nosso atual sistema. Evita o efeito do campeão de votos que traz para a Casa pessoas sem nenhuma representatividade. Permite compatibilizar os recursos escassos com menor número de candidaturas. Será um grande avanço fazermos a transição para o distrital misto com o 'distritão' em 2018”, disse Pestana.
* Com informações da Agência Câmara...Via Agência Brasil*
- Com o distritão, os políticos que já têm mandato, e logo são mais conhecidos do eleitorado, tendem a ser mais votados que os desconhecidos. Isso favorece os atuais parlamentares, por mais desmoralizados que estejam, reduzindo a taxa de renovação das bancadas.
- Representantes de minorias, ou deputados temáticos, por exemplo, terão chances reduzidas de se elegerem.
- Como cada um fará campanha em seu próprio nome, os partidos ficarão em segundo plano, podendo até ser omitidos do eleitor. Enfraquecer os partidos é uma aposta ruim para a democracia. Obriga os governos a negociar com indivíduos, e não com siglas. É adubo no fisiologismo.
- O sistema também favorece os candidatos ricos. A campanha terá que ser feita em todo o estado, exigindo recursos que candidatos de origem econômica inferior não terão. Ninguém tenha a ilusão de que as campanhas serão bancadas apenas pelo fundo partidário. Serão utilizados recursos próprios e doações ocultas, pelo caixa dois, agora com mais profissionalismo, e evitando relações diretas com empresas públicas.
- O numero de candidatos deve cair mesmo, como dizem os defensores do sistema, mas a qualidade do debate político também irá para o rés do chão. Não serão debatidos projetos para o país ou compromissos partidários e programáticos. Cada candidato será um mascate de suas próprias qualidades e virtudes.
- Haverá também uma
indução ao eleitor, no sentido de não “desperdiçar” seu voto destinando-o
a um bom candidato mas com poucas chances de figurar entre os mais
votados. Para “aproveitar” o voto, o eleitor será induzido a uma espécie
de voto útil, na verdade inútil, votando em candidatos bem posicionados,
embora não tão bem intencionados.
( Por Tereza Cruvinel)



