Imagem extraída da Internet
Uma das melhores falas de Fachin, talvez, a que ele será para sempre lembrado..."As forças desarmadas é que conduzem o processo eleitoral!"
Essa deve ter doido nos militares golpistas.
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Uma das melhores falas de Fachin, talvez, a que ele será para sempre lembrado..."As forças desarmadas é que conduzem o processo eleitoral!"
Essa deve ter doido nos militares golpistas.
JUSTIÇA PARA LULA
Uma nova manobra jurídica é movida no STF contra o ex-presidente na tentativa de invalidar decisão que anulou as condenações de Moro
A ofensiva conta mais uma vez com a máquina conservadora de setores empresarias, que pressionam diretamente Fachin a rever decisão
A trama tem por objetivo impedir Lula – mais uma vez o favorito nas pesquisas eleitorais – a disputar as eleições presidenciais de 2022
Focus Brasil | Fundação Perseu Abramo
A tentativa de uso da máquina judiciária brasileira para promover nova perseguição política ao ex-presidente Lula continua. De maneira suspeita, as engrenagens do ódio instaladas na mídia, no Ministério Público e em setores da direita brasileira continuam a se movimentar para cometer mais abusos contra o maior líder político do Brasil. Justamente quando Lula volta a despontar como o favorito nas eleições presidenciais e tem sua volta à arena política saudada por líderes do mundo.
Nesta quarta-feira, 14, o Supremo Tribunal Federal retoma o julgamento de um habeas corpus movido pela defesa do ex-presidente. O ministro-relator Luiz Edson Fachin quer reavivar o caso. Ele submeteu ao plenário decisão que ele próprio tomou. Em sentença monocrática, Fachin reconheceu que Moro não tinha competência para julgar o ex-presidente. E que a Vara Federal de Curitiba não era o foro adequado para examinar as alegações contra Lula. Muito menos para condená-lo. A decisão que anulou a condenação de Lula por Moro foi tomada em 8 de março.
Agora, o ministro pede para que a sentença vá ao exame do colegiado do STF. A medida causa preocupação ao país e à comunidade internacional. Juristas como Eugênio Aragão, Lênio Streck e Marco Aurélio Carvalho consideram-na inadequada. Os advogados apontam que não cabe promover a revisão da decisão – um ato jurídico perfeito – ao plenário. E argumentam que o procedimento viola a Constituição.
Na sexta-feira, 9, Fachin surgiu em 'Veja', declarando: “Não seria inusual o plenário derrubar o entendimento da turma”. O ministro disse que os 11 ministros vão decidir se o fato dele ter declarado a incompetência de Moro para julgar Lula em Curitiba invalida toda e qualquer deliberação tomada depois pela Segunda Turma. “Nada disso é incomum”, afirma.
Aragão, Streck e Carvalho discordam. “É inusitado”, diz o ex-ministro da Justiça. Os colegas reforçam: “Ninguém na face da Terra pensaria que um ministro do STF, do alto de sua responsabilidade política, poderia anular um conjunto de processos e depois, por uma questão estratégica, votar contra si mesmo”. Os advogados se mostram perplexos com a hipótese: “Seria um ‘case’ a ser estudado no mundo todo”.
O movimento no STF pode alterar mais uma vez o jogo político e retirar do povo o direito legítimo de votar e escolher o futuro presidente do Brasil. Tenta-se retirar mais uma vez, antecipadamente, Lula da disputa eleitoral. Como ocorreu em 2018, sob os aplausos escancarados de setores empresariais e da mídia corporativa, além dos conservadores e das forças anti-populares.
Tudo isso acontece agora, depois de Lula vencer o lawfare de Sérgio Moro, que o condenou de maneira ilegal e abusiva – o magistrado que largou a toga para fazer política no governo Bolsonaro, mas antes condenou e prendeu Lula com toda sorte de ilegalidades.
A esperança é que há juízes em Brasília. Eles não deixarão a injustiça prevalecer. •
Publicado na revista 'Focus Brasil', editada pela Fundação Perseu Abramo, edição de 11 de Abril.
http://dilma.com.br/justica-para-lula/
Finalmente a juiza resgatou um pouco sua dignidade juridica
Moro foi declarado suspeito!
Não importa como Carmem Lúcia mudou de posição, se votou com convicção, se Lula foi contemplado plenamente em seus direitos.
O importante, nesse momento, é que #Lula esta no páreo da disputa presidencial.
Agora é trabalhar pela retomada do Brasil soberano do povo brasileiro.
Revir@voltaNews