google.com, pub-9500672422090741, DIRECT, f08c47fec0942fa0 TV Revir@volta: Deserto
Mostrando postagens com marcador Deserto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deserto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

CURIOSIDADES revir@volta

 


O Extremo dos Desertos: Por Que São Tão Quentes de Dia e Tão Frios à Noite?

Os desertos são famosos por seus extremos, e talvez o mais impressionante seja a sua drástica variação de temperatura. Durante o dia, o calor pode ser insuportável, com temperaturas que facilmente ultrapassam os 40°C. No entanto, ao cair da noite, o mesmo local pode se tornar gelado, com temperaturas despencando para abaixo de zero. Como essa mudança tão radical acontece em questão de horas?

A resposta para esse mistério climático está em dois elementos principais: a areia e a falta de umidade.

Primeiro, vamos considerar o papel da umidade. Em ambientes úmidos, como florestas ou regiões costeiras, o vapor d’água presente na atmosfera age como um “cobertor” térmico. Durante o dia, ele ajuda a bloquear parte da radiação solar, moderando o calor. À noite, esse mesmo cobertor de umidade aprisiona o calor que a Terra irradia, impedindo que ele escape rapidamente para o espaço e mantendo as noites mais amenas. Nos desertos, o ar é extremamente seco, o que significa que não há esse cobertor.

 Durante o dia, sem a proteção da umidade e com poucas nuvens, a radiação solar atinge a superfície do deserto com força total. A areia e as rochas, que têm baixa capacidade térmica, absorvem essa energia e aquecem muito rapidamente, levando a temperaturas diurnas escaldantes.

 

No entanto, essa mesma baixa capacidade térmica da areia se torna crucial quando o sol se põe. Assim que a fonte de calor desaparece, a areia começa a liberar toda a energia que acumulou de volta para a atmosfera. Sem o “cobertor” de umidade para reter esse calor, ele escapa livremente para o espaço. A perda de calor é tão rápida e eficiente que a temperatura da superfície do deserto despenca, resultando em noites surpreendentemente frias, muitas vezes geladas.

 

É essa combinação de ar seco e um solo que não retém calor que cria a impressionante amplitude térmica dos desertos, um lembrete de como a água, mesmo na sua forma invisível de vapor, desempenha um papel vital na regulação do clima do nosso planeta. #deserto #aquecimento


Fonte

 


segunda-feira, 15 de agosto de 2022

DIC@S revir@volta

 

🔸️Informações: Se você está perdido em um deserto e não sabe as direções faça sua própria.


1- Coloque um poste vertical de 90 graus no chão e coloque uma pequena rocha onde a ponta da sombra cai.


2- Espere de dez a quinze minutos e coloque uma segunda pedra no ponto em que o lado da


sombra também se move.


3- Trace uma linha entre os dois pontos esta é a linha leste-oeste


4- Coloque o pé esquerdo na primeira pedra e o pé direito na segunda pedra. Ela agora estará olhando para o norte. Em qualquer lugar na Terra, o primeiro sinal de sombra é o Oeste, o segundo é o Leste.


Credito: @Cosmos

Astronomia Brasil🚀





quinta-feira, 21 de abril de 2022

CURIOSIDADES revir@volta

 



Este é um sistema hidráulico feito a mais de 3000 anos atrás, e está localizado na cidade de Gonabad. (Irã Contemporâneo), este sistema de coleta e transporte de água é conhecido como canate, ele é um sistema de gestão de água utilizado para garantir um fornecimento estável de água em centros populacionais humanos e prover irrigação em regiões situadas em climas áridos, semi-áridos ou quentes, sendo considerada uma das maiores invenções de sua época.

 Esse sistema tem a capacidade de coletar água de fontes subterrâneas e entregá-la às cidades e canais de irrigação. Desta forma, a Pérsia pôde existir e se desenvolver mesmo em um clima árido e seco. O sistema hidráulico inclui um poço principal que recebe água de uma fonte subterrânea, um sistema de túneis por onde a água é transportada para um local específico e poços de aeração verticais que permitem a condensação da umidade ao longo de todo o percurso. Além de tudo isso, o canal de água subterrâneo reduz a evaporação da água. O comprimento do canate Gonabad é 33.113 metros, inclui 427 depressões de água, sendo o maior de todas essas estruturas na antiguidade. As estruturas foram construídas usando apenas o conhecimentos empíricos, mas que respeitavam as leis da física, geologia e hidráulica, o que confirma o alto grau de desenvolvimento da sociedade persa. Desde 2007, o gyu gonabad qanat foi incluído na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.


Via A História Esquecida




VEJA OUTRAS CURIOSIDADES revir@volta AQUI