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domingo, 20 de março de 2022

REFLEXÃO revir@volta

 




O motor de uma navio gigante quebrou e ninguém pôde consertá-lo, então eles contrataram um engenheiro mecânico com mais de 40 anos de experiência.

Ele inspecionou o motor com muito cuidado, de cima a baixo. Depois de ver tudo, o engenheiro descarregou a bolsa e puxou um pequeno martelo.

Ele bateu em pontos estratégicos suavemente. Logo, o motor voltou a funcionar. O motor foi consertado!

7 dias depois, o engenheiro mencionou que o custo total de consertar o navio gigante era de U$ 20.000 para o contratante.

"O que?!" disse o proprietário.

"Você não fez quase nada. Dê-nos uma conta detalhada."

A resposta é simples:

Bata com um martelo: U$ 2

Saiba onde bater e quanto bater: U$ 19.998

A importância de valorizar os próprios conhecimentos e experiência ... porque são resultados de lutas, experiências e até lágrimas.

Se eu faço um trabalho em 30 minutos, é porque passei 20 anos aprendendo como fazê-lo em 30 minutos. Você me deve pelos anos, não pelos minutos.


Nunca se venda barato. O seu dia de trabalho custa 1 dia de vida.


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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

CURIOSIDADES revir@volta

 


A castanha é um dos produtos mais icônicos da Amazônia. Não é produzido em nenhum outro lugar. Não existem plantações. Toda a castanha do mundo é coletada na floresta nativa do Brasil, da Bolívia e do Peru. No Brasil, chama-se castanha-do-Pará ou castanha-do-Brasil e é produzida em toda a Amazônia Legal. Em todos os idiomas, o Brasil é o país associado a este produto. Mas há uma surpresa: o mercado global gira em torno a US$ 240 milhões por ano e é a Bolívia que lidera, com 74% de participação. Depois vem o Peru. Hoje o Brasil tem apenas 11%. Como isso aconteceu?

As frases acima são do pesquisador Salo V. Coslovsky, professor de desenvolvimento econômico da Universidade de Nova York. Ele estuda o mercado de castanhas desde o começo da década passada. É o autor do estudo “Como a Bolívia Dominou o Mercado Global de Castanha-do-Brasil?” que está sendo lançado. A análise faz parte do projeto Amazônia 2030, iniciativa de pesquisadores brasileiros para desenvolver um plano de desenvolvimento sustentável para a Amazônia brasileira.

“A castanha é um produto exclusivo da Amazônia que nunca foi domesticado. Houve tentativas de se fazer plantações, mas nunca deu certo em nenhum volume significativo”, diz. Em 2001, o pesquisador notou que a Bolívia começava a passar à frente do Brasil e chegou, em 2019, ao domínio global.


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