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domingo, 19 de dezembro de 2021

O CHILE ESTÁ DE PARABÉNS !

 


Gabriel Boric Presidente eleito do Chile.


Nunca antes na história chilena tantas eleitoras e eleitores compareceram às urnas num segundo turno.


Vitória no Chile consolida um novo eixo progressista na América Latina, que agora espera pela eleição brasileira.


Foi uma vitória da sensatez!



sábado, 25 de setembro de 2021

ESQUERDA UNIDA : PSOL FEZ O CERTO




 RESOLUÇÃO SOBRE ELEIÇÕES 2022

1. O PSOL tem como prioridade a derrota da extrema-direita. Lutamos pelo impeachment de 

Jair Bolsonaro e sua inelegibilidade, mas sabemos que isso depende de fatores que não estão 

totalmente sob nosso controle. Ainda assim, temos feito nossa parte, lutando pela unidade da 

oposição no Congresso Nacional, estimulando a luta nas ruas e denunciando 

permanentemente os crimes de Bolsonaro e seus aliados.

2. As eleições de 2022 são parte decisiva do processo de superação da extrema-direita. É 

preciso reunir forças sociais e políticas para, em primeiro lugar derrotar Bolsonaro, e a partir 

de 2023 lutar pela superação da profunda crise social, política, econômica, sanitária e 

ambiental que vivemos. Não queremos simplesmente um governo de "salvação nacional": 

queremos um governo de esquerda, comprometido com os direitos sociais, o meio ambiente, 

a soberania nacional, a superação dos preconceitos e da violência de Estado. Um governo à 

serviço da igualdade e da justiça social.

3. Além disso, será necessário fortalecer nossas bancadas tanto em nível federal quanto nos 

estados com o propósito de revogar as medidas antipopulares aprovadas desde o golpe 

parlamentar de 2016. Eleger deputadas e deputados comprometidos com a derrota da 

extrema-direita, mas acima de tudo, com a classe trabalhadora e os excluídos, é parte 

fundamental da nossa tarefa. Disso depende nosso projeto partidário, especialmente diante 

de medidas antidemocráticas como a cláusula de barreira.

4. Nossos desafios, portanto, são enormes. Por essa razão, apesar de dispor de excelentes 

nomes, o PSOL não apresentará neste momento uma pré-candidatura para a disputa 

presidencial. A prioridade, em nível nacional, deve ser a construção da unidade entre os 

setores populares para assegurar a derrota da extrema-direita. Esse processo de diálogo deve 

envolver elementos programáticos, arco de alianças e não pode ser uma via de mão única. 

5. Estamos diante de um desafio complexo, que exigirá respeito, diálogo e a produção de 

sínteses. Um debate entre diferentes dispostos a unir forças em defesa do povo brasileiro. 

Diante do exposto, o 7º Congresso Nacional do PSOL resolve:

a) Autorizar a Executiva Nacional do PSOL a iniciar diálogos formais para a construção de uma 

frente eleitoral das esquerdas com vistas à unidade no plano nacional, bem como autorizar as 

Executivas Estaduais a fazerem o mesmo no plano local quando possível, levando em 

consideração a necessidade de derrotar a extrema-direita e os governos reacionários que 

tenham agenda alinhada ao governo Bolsonaro.

b) Convocar uma Conferência Eleitoral Extraordinária, formada pelos membros do Diretório 

Nacional do PSOL, para o primeiro semestre de 2022 com a finalidade de tomar as definições 

conclusivas sobre a tática eleitoral, distribuição dos recursos do fundo eleitoral, política de 

alianças, regulamentação das candidaturas coletivas e temas afins.

c) Delegar à Executiva Nacional, com o apoio da Fundação Lauro Campos-Marielle Franco, a 

criação de um Grupo de Trabalho com o objetivo de apontar os elementos programáticos 

fundamentais para o PSOL no processo eleitoral de 2022. 

d) Trabalhar pela construção de um amplo processo de formulação programática para esta 

frente das esquerdas em 2022, impulsionando seminários, fóruns, debates a partir de uma 

mesa de diálogo nacional envolvendo partidos, movimentos sociais e intelectuais para 

constituição de um programa unitário e antineoliberal. 

e) Definir como prioridade a superação da cláusula de barreira nas eleições de 2022; dela 

depende a continuidade do nosso projeto político e a construção de uma alternativa socialista 

e democrática para o Brasil.

f) Delegar à Executiva Nacional a responsabilidade de formular uma proposta de 

regulamentação sobre candidaturas coletivas, em conjunto com GT formado especificamente 

para esse fim, a ser apreciada pela Conferência Eleitoral.

6. Nossa luta não termina nas eleições de 2022. Pelo contrário: a reconstrução do Brasil 

encontrará a partir daí desafios ainda mais complexos. Mas não nos omitiremos diante das 

expectativas de milhares de pessoas que têm no PSOL sua esperança de mudança. Daremos 

tudo o que estiver ao nosso alcance para livrar o Brasil do pesadelo bolsonarista e garantir um 

Brasil justo, livre e democrático.

segunda-feira, 29 de março de 2021

LULA E MAIS QUEM ?...PARTE 2

 



Quem será o candidato da direita...?

 

Quem será o anti-Lula...?

 

Quem será...?

 

Não se sabe!

 

Sabe-se que eles não tem alguém capaz de chegar perto da expressividade de Lula. 

 

Sabe-se que eles não tem propostas viáveis, capazes de estabelecerem um elo com o povo. Lula tem e de sobra!

 

Estão manchados e marcados como os destruidores de sonhos de milhões com o golpe.

 

Eles tem muitos nomes, mas nomes que não emplacam. O mais próximo é um que por sua postura desequilibrada e apoiador da ditadura e de seus torturadores , que foi eleito, pós armações de Moro já descobertas, não é confiável e seu governo é só lambanças, negações, incompetências diante da pandemia e da economia e aos poucos perde densidade política e está, agora, sob a ameaça muito mais forte de impeachment.

.

 Como esse dilema se mantém começam a articularem sabe lá o que : Uma vacina brasileira talvez como trunfo para o Covid !?

 

O medo é latente em disputar mais uma eleição presidencial contra Lula e perderem. Mas perderão porque o povo já entendeu que o que os move é a corrupção.


  Lula, ao contrário, é movido por experiência, competência, honestidade, carinho popular, apoio popular, confiança internacional, respeito na política. Saiu da presidência com 87% de aprovação e elegeu a sucessora e a reelegeu.

Portanto, vai ser quase impossível, a direita ou a extrema direita ganharem a eleição presidencial 2022 com Lula disputando.


Acesse Clicando Aqui a Parte 1


Revir@voltaNews

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

A VOLTA DE LULA TAMBÉM DEPENDE DO FORTALECIMENTO DE NOSSAS BASES...




É preciso desde já fortalecer as bases de apoio para a volta de Lula. Só com caravanas e apoio nas redes sociais não vale. 

Reagrupar os coletivos dispersos desde 2014 e que sentiram fortemente os reflexos do golpe de 2016 e os ataques pesados contra os militantes de esquerda desequilibrou a balança nas disputas de base.


Os movimentos de direita nesse período avançaram em setores onde antes a esquerda tinha folga e conforto eleitoral. Voltar a recompor esses espaços é fundamental novamente.

Temer, infelizmente, deve ficar até 2018 e até lá vai fazer "muitas maldades" ao povo e a estabilidade econômica do país. Então, é imprescindível o fortalecimento da militância na base.

Combater essa possíveis "maldades" de Temer não vai ser parada fácil, é preciso muita preparação e aglutinação. Dessa forma a candidatura de Lula se fortalece onde ele não pode chegar para visitar, mas é como estivesse ido.

Portanto, mãos à obra, pois teremos um longo período de uma disputa muito mais pesada que as outras, porque os adversários são fortes e estão muito mais armados.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

PROCURA-SE CANDIDATO(A) PARA A DIREITA





Quem será o candidato da direita...?

Quem será o anti-Lula...?

Quem será...?

Não se sabe!

Sabe-se que eles não tem alguém capaz de chegar perto da expressividade de Lula. 

Sabe-se que eles não tem propostas viáveis, capazes de estabelecerem um elo com o povo. Lula tem e de sobra!

Estão manchados e marcados como os destruidores de sonhos de milhões com o golpe.

Eles tem muitos nomes, mas nomes que não emplacam. O mais próximo é um que por sua postura desequilibrada e apoiador da ditadura e de seus torturadores ,não é confiável.

Como esse dilema se mantém começam a articularem o parlamentarismo de ocasião.

O medo é latente em disputar mais uma eleição presidencial contra Lula e perderem. Mas perderão porque o povo já entendeu que o que os move é a corrupção.