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sexta-feira, 30 de maio de 2025

DESEMPREGO NO BRASIL EM QUEDA LIVRE




Desemprego no trimestre encerrado em abril fica em 6,6%, o menor da série histórica

Índice recuou cerca de 1% em relação ao mesmo período do ano passado


 Leia Aqui

segunda-feira, 8 de abril de 2019

BOLSONARO...O PIOR DE TODOS OS PRESIDENTES E AINDA RI!



 A pesquisa DataFolha só mostrou o que toda a sociedade brasileira e mundial já detectaram...

Não adianta chororô ou querer vir com conversa de que é perseguição...100 dias é o suficiente para se avaliar sim um governo...

Por exemplo: O aluno que entra em uma escola ou faculdade em 3 meses ele é avaliado naquilo que se propôs estudar,compreender,perceber ou adaptar-se à escola e aos seus métodos de ensino-aprendizagem...Por isso tem as provas!

Assim mesmo é na política governamental, e mais ainda, porque nessa área ela mexe com a vida de todo um sistema e de com as expectativas de toda uma população...

No caso de Bolsonaro, ele só é "bom" para quem o elegeu que representa só 30% do povo e a maioria tem uma vida boa e com certa riqueza, mas ele é o responsável pelo governo do Brasil e não da minoria que ainda teima em apoiá-lo diante de tantas besteiras que fez e faz!

Já 70% da população está vivendo uma calamidade pública, já são 13 milhões de desempregados em números oficiais e cerca de 40 milhões com subemprego ou vivendo de bicos...O Brasil está um caos!

Portanto, a avaliação só mostra que o caminho escolhido em elegê-lo FOI O PIOR COM CERTEZA!

VEJAM OS RESULTADOS: Do G1

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (7) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL):

  • Ótimo/bom: 32%
  • Regular: 33%
  • Ruim/péssimo: 30%
  • Não sabe/não respondeu: 4%


A pesquisa ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. 


É a pior avaliação para um presidente da República no início de primeiro mandato desde 1990. Fernando Collor (então no PRN) tinha 19% de reprovação após três meses, contra 16% de FHC (PSDB), 10% de Lula (PT) e 7% de Dilma (PT).

A ex-presidente é quem tinha a melhor avaliação: 47% de ótimo/bom em 2011. Lula tinha 43%, contra 39% de FHC e 36% de Collor.

Na manhã deste domingo, na entrada do Palácio da Alvorada (residência oficial da Presidência, em Brasília), Bolsonaro foi questionado sobre o resultado da pesquisa.

"Datafolha? Não vou perder tempo para comentar pesquisa Datafolha que disse que eu ia perder para todo mundo no segundo turno. Tem um item lá que diz que Lula e Dilma são mais inteligentes do que eu. Valeu Datafolha", afirmou.

Expectativa


A expectativa com o futuro do governo, após três meses de mandato, é a pior desde 1995: 59% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC, 76% de Lula e 77% de Dilma.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo. Hoje, os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim/péssimo, 23%.

Imagem do presidente


Metade dos entrevistados pelo Datafolha julga que o presidente "trabalha pouco":

Jair Bolsonaro

  • Trabalha muito: 42%
  • Trabalha pouco: 50%
  • É muito inteligente: 58%
  • É pouco inteligente: 39%


Dilma Rousseff

  • Trabalha muito: 54%
  • Trabalha pouco: 29%
  • É muito inteligente: 85%
  • É pouco inteligente: 9%

Luiz Inácio Lula da Silva

  • Trabalha muito: 70%
  • Trabalha pouco: 21%
  • É muito inteligente: 69%
  • É pouco inteligente: 24%

O Datafolha também perguntou aos entrevistados sobre outras características de Bolsonaro:

  • É preparado: 52%
  • É despreparado: 44%
  • É autoritário: 57%
  • É democrático: 37%
  • Respeita mais os ricos: 57%
  • Respeita mais os pobres: 24%
  • É decidido: 56%
  • É indeciso: 42%

Homens e mulheres


O Datafolha apurou que a aprovação a Bolsonaro é maior entre homens que entre mulheres:

Homens

  • Ótimo/bom: 38%
  • Regular: 33%
  • Ruim/péssimo: 26%
  • Não sabe: 3%

Mulheres

  • Ótimo/bom: 28%
  • Regular: 34%
  • Ruim/péssimo: 33%
  • Não sabe 5%

Faixas de renda


A aprovação do governo Bolsonaro (percentuais de ótimo/bom)por faixa de renda é a seguinte, de acordo com a pesquisa Datafolha:

  • Até dois salários mínimos: 26%
  • Mais de dois a cinco salários mínimos: 36%
  • Mais de cinco a dez salários mínimos: 43%
  • Mais de dez salários mínimos: 41%

Regiões


A pesquisa indica que Bolsonaro sofre a maior rejeição (percentuais de ruim/péssimo) é o Nordeste:

  • Nordeste: 39%
  • Sudeste: 30%
  • Sul: 22%
  • Centro-Oeste/Norte: 22%

As maiores taxas de aprovação (percentuais de ótimo/bom) de Bolsonaro estão nas regiões Sul (39%) e Centro-Oeste/Norte (38%).

Religião


Entre os segmentos religiosos, evangélicos são os que mais aprovam Bolsonaro: 42% consideram o governo ótimo ou bom. Entre os católicos, esse índice é de 27%.

O que fez pelo país


O Datafolha perguntou aos entrevistados se o que Jair Bolsonaro fez pelo país em três meses de mandato é mais ou menos do que se esperara. Os resultados são os seguintes:

  • Fez pelo país menos do que você esperava: 60%
  • Fez pelo país o que você esperava que fizesse: 22%
  • Fez pelo país mais do que você esperava: 13%
  • Não sabe: 4%
  • Outras respostas: 1% 


  • Nos três primeiros meses do primeiro mandato de Dilma Rousseff, em 2011, os resultados foram os seguintes:
    • Fez pelo país menos do que você esperava: 39%
    • Fez pelo país o que você esperava que fizesse: 37%
    • Fez pelo país mais do que você esperava: 12%
    • Não sabe: 10%
    • Outras respostas: 2%
    •  
    Nos três primeiros meses do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, os resultados foram os seguintes:
    • Fez pelo país menos do que você esperava: 45%
    • Fez pelo país o que você esperava que fizesse: 34%
    • Fez pelo país mais do que você esperava: 12%
    • Não sabe: 7%
    • Outras respostas: 2%

    Vice-presidente

    A pesquisa Datafolha avaliou o desempenho do vice-presidente, Hamilton Mourão. Os resultados são os seguintes:
    • Ótimo/bom: 32%
    • Regular: 32%
    • Ruim/péssimo: 18%
    • Não sabe 18%
    •  
    De acordo com a pesquisa, 59% dos entrevistados não sabiam o nome do vice-presidente; 37% sabiam; e 4% indicaram outros nomes.

    Ministros

    As taxas de aprovação dos ministros (percentual de ótimo/bom) são as seguintes, de acordo com o Datafolha:
  • Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública): 59%
  • Paulo Guedes (Economia): 30%
  • Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos): 25%
  • Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional): 21%
  • Onyx Lorenzoni (Casa Civil): 18%
  • Ricardo Vélez Rodríguez (Educação): 13%
  • Ernesto Araújo (Relações Exteriores): 13%
  • Marcelo Álvaro Antonio (Turismo): 11%

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

GLOBO DESESPERADA ATACA TEMER FALANDO MAL DO PT COMO SEMPRE...



Impressionante como a Globo, fiadora do golpe, está desesperada com a permanência de Michel Temer. Em seu editorial ela parte pra cima de Temer, não o quer mais lá, mas em contrapartida não perde o foco em atacar Lula, Dilma, PT ao mesmo tempo.

O cinismo é tão grande que nos enoja. Todos sabem que o grupo de comunicação apoiou decisivamente a "terra arrasada" o "quanto pior melhor", chamou os movimentos anti-Dilma e anti-PT para as manifestações a partir de 2013 e principalmente após a derrota em 2014, que culminou no impeachment sem provas e agora na tentativa de se sair da enrascada ao apoiar Temer para tocar as reformas do mal quer mudar seu discurso...

Quer dar ao leitor desavisado ou imprudente que nada teve a ver com a desastrada política que aí está...Leiam:

Do editorial do Globo:
 
Aprovar processo contra Temer é a melhor alternativa

Reformas corretas de Temer não justificam que ele fique imune a investigações e a processos

Depois de quase um ano, o país volta a acompanhar uma votação no Congresso para decidir o destino do presidente da República. No caso de Dilma Rousseff, o processo de impeachment, por crime de responsabilidade, por desmandos fiscais, foi encerrado em 16 de agosto, no Senado, com o impedimento da presidente petista. Hoje, seu então vice, Michel Temer, enfrenta outro tipo de escrutínio: um pedido da Procuradoria-Geral da República para que a Casa permita ao Supremo Tribunal deliberar sobre se o processa, como deseja a PGR, por corrupção passiva.

Duas decisões sobre o futuro de um presidente em tão pouco tempo, longe de diagnosticarem alguma avaria grave nas instituições, atestam, ao contrário, o saudável funcionamento delas. Têm resistido, inclusive, a propostas heterodoxas, contra a Constituição, como a antecipação das eleições de 2018, enquanto sinalizam que as únicas saídas para a crise são as estabelecidas na Carta — a Câmara nega o pedido da PGR, ou o aceita; neste caso, fica-se à espera de os 11 ministros do Supremo abrirem ou não processo contra Temer.

Caso abram, o presidente será afastado por até 180 dias, assumindo Rodrigo Maia, presidente da Câmara. Se for condenado, perde o cargo, e Maia convoca eleição indireta para 30 dias depois. Absolvido ou caso nada aconteça em seis meses, Michel Temer volta ao Planalto. Não há o que discutir. 

Também não existe dúvida sobre qual o melhor voto a ser dado na sessão que decidirá o destino do pedido da PGR: é permitir que o Supremo julgue Michel Temer. Talvez sequer ocorra esta sessão. Pode ser que pelo fato de o Planalto, por não ter força, assim como a oposição, para garantir o quórum mínimo de 342 deputados e votar o relatório em favor de Temer, do deputado tucano Paulo Abi-Ackel (MG), fique tudo pendente, e o governo assuma o discurso de que vale este relatório. 

Assim, tudo continuará como está. Instável, inseguro, até outubro de 2018, mês da eleição. Pode-se, ainda, aguardar nova acusação da PGR, por outros crimes — obstrução da Justiça ou participação em organização criminosa. Nessa hipótese, repete-se o rito.
Hoje ou quando for a votação, e mesmo que ela não ocorra, estão em confronto, nas acusações a Michel Temer e na sua defesa, duas concepções do que é exercitar a política com ética. Numa, tudo pode ser relevado, se o governo tem propósitos corretos na economia, por exemplo. Na outra, valem a lei e a ética, independentemente de ideologias e partidos.

O vice-presidente recebeu de fato uma herança maldita, devido à decisão de Dilma, sob as bênçãos de Lula e PT, de aproveitar a crise mundial deflagrada em 2008/9 para aprofundar o “novo marco macroeconômico”, no velho modelo nacional-populista de intervenção do Estado na economia, inspirado nos pensamentos fracassados da esquerda latino-americana do pós-guerra. Sabe-se o que aconteceu: recessão profunda, histórica, 14 milhões de desempregados e inflação. Os juros precisaram ficar em patamar ainda mais elevados, o que, em um primeiro momento, agrava a recessão, um efeito colateral inevitável. Mas, com o passar do tempo, o ajuste avançou, embora tenha estancado com a crise política deflagrada pela conversa nada republicana do presidente com o empresário Joesley Batista, origem do pedido de investigação da PGR, divulgado pelo GLOBO.

Temer assumiu com uma competente equipe econômica e estruturou uma correta agenda de reformas, em que se destacam as da Previdência e a trabalhista. Em função disso, defende-se a permanência dele no Planalto, e faz-se vista grossa ao que aconteceu naquela noite de março nos porões do Palácio do Jaburu, em que o presidente recebeu o empresário do grupo JBS, Joesley Batista, este com um gravador no bolso.

Repete-se o truque do PT, de justificar a participação de estrelas do partido na roubalheira do mensalão e petrolão pela causa do combate à pobreza. É um erro: nada pode atenuar o crime de corrupção ou qualquer outro. Ter este comportamento é praticar a política miúda. Significa não aproveitar o momento histórico do enfrentamento que organismos de Estado fazem dos desvios do dinheiro do contribuinte no âmbito do Executivo e Legislativo, para que, enfim, se dê um choque forte de ética na política e seja estabelecido para valer o princípio republicano de que a lei vale de fato para todos. 

Confirmada a autenticidade do áudio por peritos da Polícia Federal, resta entender o sentido claro do entrecortado diálogo entre Temer e Joesley, e complementá-lo com o vídeo de Rodrigo Loures — que agendara aquela visita de Joesley ao presidente —, correndo em uma rua de São Paulo com uma maleta em que estavam R$ 500 mil. Era propina acertada pelo empresário com o deputado suplente do PMDB paranaense, que Temer indicara a Joesley para resolver “tudo”, inclusive uma pendência com a Petrobras no Cade, em torno do preço do gás fornecido pela estatal a uma termelétrica do JBS. Os R$ 500 mil eram uma parcela pelo serviço prestado pelo representante de Temer, acusa a PGR. O conjunto desta obra é complementado por depoimentos do empresário e de um diretor da JBS que participou dos acertos com Loures, Ricardo Saud.

Ora, o que o Ministério Público Federal entende sobre o comportamento do ex-presidente Lula nas relações promíscuas com empreiteiras precisa valer para todos. Não pode existir uma metodologia de interpretação de fatos entre procuradores e juízes que só valham para o PT. Evidências e indícios são provas válidas para que se abram processos. Isso tem acontecido com vários políticos, Lula um deles. Inconcebível é fazer de conta que nada houve de pelo menos estranho no relacionamento entre Temer, JBS, Joesley, Loures e outros. 

Lula está para a OAS no caso do tríplex do Guarujá como Michel Temer para a JBS no assunto do gás da termelétrica. Sem falar na triangulação com Joesley, Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, um relacionamento também suspeito, mas ainda na dependência de delações e investigações. Assim como as instituições prestam conta à sociedade no desmantelamento do petrolão, em que se lambuzaram PT, PMDB e PP, a nação precisa ter inúmeras dúvidas respondidas sobre a atuação do presidente Michel Temer nesses meandros dos subterrâneos das finanças ocultas da política. Também por isso, ele precisa ser processado. E nisso as próprias reformas serão ajudadas. Um presidente fraco, sob suspeição, é que não conseguirá tocá-las.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O BRASIL NÃO TEM SÓ 12 MILHÕES DE DESEMPREGADOS...TEM MAIS!



Temer está atacando a população sutilmente. Já aprovou medidas drásticas como a PEC 55 e ainda vai aprovar muito mais porque tem como aliado um Congresso na maioria golpista e credenciador do Golpe de 2016.


12 milhões já estão desempregados e outros tantos ainda estão por vir, e boa parte nem entraram nas estatísticas é o que aponta uma pesquisa. Então, entende-se que 12 milhões só representam os números oficiais. Se formos incluir os não oficiais talvez cheguem a 15 milhões ou mais!



Veja esta reportagem exibida em 09/01/2017 no Jornal Nacional...